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3.2. Taxa de desemprego
Entre 1995 e 2001 o número de desempregados
na União desceu de 4 milhões; no entanto, em resultado
da conjuntura actual, a taxa média de desemprego da UE em
2002 acusou um ligeiro aumento, situando-se nos 7,6%.
Mais de metade dos desempregados estão sem trabalho há
mais de um ano, um terço há mais de dois anos. Esta
situação reduz a empregabilidade dos indivíduos
e simultaneamente agrava o problema da exclusão social.
Em 2001 a taxa de emprego para os indivíduos com idades entre
os 15-64 anos era de 7,6% na União europeia e de 4,1% em
Portugal. A distribuição destas taxas, por sexo e
nível de escolaridade era feita do seguinte modo:
| |
Nível
de Escolaridade ALTO |
Nível
de Escolaridade BAIXO |
| |
Homens |
Mulheres |
Homens |
Mulheres |
União
Europeia |
3,7 |
5,4 |
9,3 |
13,2 |
Total |
4,5
|
10,8
|
Portugal
|
1,8 |
3,3 |
3,2 |
5,7 |
Total |
2,7
|
4,8
|
Taxas de desemprego 2001. Grupo Etário
15-64 anos.
Segundo dados do INE (1999) do número
total de desempregados, 42,7% correspondem a empregos de longa duração
(superior a 2 anos)
Entre as principais causas de inactividade na União Europeia,
são apontadas as responsabilidades pessoais ou familiares
(cerca de 20% do total de inactivos), doença ou deficiência
própria (9%), educação e formação
(27%, 90% no grupo etário dos 15 aos 24 anos) e reforma (16%,
cerca de 90% no grupo etário dos 55-64 anos)
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