sobre o viver contacto mapa do portal versão inglesa
 
   notícias
   mediateca  
   o seu site  
 
mailing list
  Subscreva para receber
informações:
   
 
 
login
  Username:
     
  Password:
   
 
Novo Registo
 
imprimir
 
   
 


5.6. Educação e Formação base

O conhecimento adquirido com as novas tecnologias e processos pode ser motor de crescimento, competitividade, novos empregos e ambiente melhorado. Mas o conhecimento tem de ser tratado como parte da envolvente mais vasta em que crescem e operam as empresas. Dotar os indivíduos de competências adequadas é essencial para contornar riscos de exclusão e melhorar a coesão. O novo desafio da competitividade reside hoje no estabelecimento de pontes entre o conhecimento e o mercado e na criação de uma envolvente adequada à inovação.
Uma proporção significativa dos novos empregos criados durante a década de 1990 e em 2000 situou-se em sectores que requeriam níveis médios e altos de habilitações educativas. É essencial dotar toda a mão-de-obra das competências que se afiguram necessárias numa sociedade baseada no conhecimento. O novo desafio da competitividade reside hoje no estabelecimento de pontes entre o conhecimento e o mercado e na criação de uma envolvente adequada à inovação.
Na União Europeia as taxas de emprego são mais elevadas para indivíduos com formação superior, com funções altamente especializadas e de carácter não manual. Para este grupo de trabalhadores a taxa de emprego é de 87% enquanto que para o grupo de baixas qualificações é apenas de 57%. As diferenças acentuam-se ainda mais com as mulheres pouco qualificadas, que é o único grupo da população com mais de metade de inactivos.
Quanto mais altos os níveis de educação da mão de obra maior a taxa de emprego, em todos os níveis etários.
Assegurar uma boa correspondência entre os empregos disponíveis e as competências da população é essencial para maximizar a participação da mão de obra.
Em Portugal, a população com idade entre os 25-64 anos, apenas 9% da população (média na UE – 24% ) tem formação académica de nível médio/superior. 80% da população tem um nível de escolaridade inferior ao Ensino secundário (média na UE – 39% ).
O reforço da formação para o empreendedorismo deverá ser integrado no novo impulso que está a ser desenvolvido com vista à reabilitação das escolas técnicas, o qual se insere no grande esforço de acreditação, credibilização e desenvolvimento do ensino profissionalizante de nível pré-universitário, (desvalorizado desde 1974), no sentido de dar solução à forte carência de mão-de-obra especializada deste tipo, que actualmente se faz sentir nas empresas industriais e de serviços. As autoridades portuguesas estão conscientes das insuficiências estratégicas que ainda se registam no sistema educativo do nosso País, sobretudo no que toca ao entrosamento dos programas curriculares universitários com as necessidades pragmáticas e os objectivos específicos dos agentes económicos empregadores dos correspondentes licenciados, ou seja, as empresas. Por outro lado, continua a ser insuficiente o relacionamento entre a investigação científica universitária e o aproveitamento prático dos resultados dessa investigação nas empresas, situação que resulta em desperdício de esforços e meios.

anterior | voltar ao topo | índice | seguinte

© VIVER 2001/2004 » Developing Creative Intergenerational Relations                             Design e Produção [byweb]
projecto viver ok