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5.7. Formação ao longo da vida
Na união Europeia,
30% empresas (38% das micro e 80% das Médias) prestaram serviços
de formação aos seus trabalhadores, utilizando mais
frequentemente (20%) os suportes tradicionais, em detrimento da
Internet (6%).
O sector das “Actividades Financeiras” destaca-se na
formação profissional enquanto causa da inactividade
temporária, atingindo os 93,4%, claramente superior à
média.
Em Portugal apenas 18% das PME proporcionam iguais serviços
aos seus trabalhadores.
As principais barreiras apontadas para são “as «barreiras
mentais» dos gestores das PME, a falta de profissionalismo,
a dificuldade em identificar as necessidades concretas de formação,
elevados custos de formação, os procedimentos administrativos
subjacentes e a falta de transparência na maioria dos mercados
europeus de formação.
Os dirigentes e os proprietários de PME só recorrem
à formação quando enfrentam problemas realmente
graves e nesses casos têm de conseguir transferir imediatamente
para o dia-a-dia a informação e os conhecimentos que
adquiriram. Normalmente preferem outras formas para adquirir as
competências e os conhecimentos de que necessitam, nomeadamente
recorrendo a aconselhamento externo, redes e troca de experiência
com outros empresários, por exemplo recorrendo a clubes empresariais.
Comparativamente com os restantes países da união
europeia (9%), Portugal apresenta como principal dificuldade para
o crescimento empresarial, a falta de recursos humanos qualificados
(18%)
Apesar de mais de metade dos trabalhadores mais velhos, estarem
integrados em empresas que disponibilizam formação,
menos de 15% participam em acções formativas e esta
percentagem diminui para 7% quando os trabalhadores são pouco
qualificados.
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